TRAJETÓRIA

O “Bioresearch Institute” (Instituto de Investigação Biológica) do Biocell Ultravital™ na França, na sua constante busca do processo para aumentar a qualidade da esperança de vida para os seres humanos, consagrou décadas de investigação e desenvolvimento de produtos e tratamentos com base numa combinação de ingredientes bio-celulares. Estas terapêuticas, objecto de controvérsia no passado, têm sido validadas com grande aceitação graças à sua eficácia terapêutica, desencadeando um enorme interesse em círculos médicos e científicos.

Na Suíça, o ano de 2004 foi marcante, pois serviu para consolidar toda a investigação relacionada com o tópico, quando Anita Holler, uma cientista que colabora com o Departamento de Saúde Pública da Suíça, fez a seguinte declaração ao jornal The Scientist, “Estamos muito satisfeitos com a aprovação da lei que rege as células estaminais embrionárias; isto representa um reconhecimento positivo para a Suíça como um centro científico, um país com uma vasta história científica na investigação de células para fins terapêuticos” respondendo de modo oportuno à incredulidade e às atitudes reticentes do passado, quando uma grande parte da comunidade científica sabe que foi aqui que nasceu a investigação de células estaminais.

Para o instituto de investigação biológica , esta nova lei representa uma forma de autenticação legítima de todos os nossos esforços desenvolvidos nos últimos 70 + anos e o reconhecimento por centenas de milhares de outros cientistas em todo o mundo.

Salientamos este facto com um sentimento de certo modo egotista atribuindo a nós próprios mais credenciais, mas não devemos esconder a nossa satisfação perante o que estas fantásticas notícias representam para todos.

É verdadeiramente satisfatório poder partilhar transparência científica nos nossos dias.

Sentimo-nos sobretudo satisfeitos com o presente relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) definindo as terapêuticas com células como uma medicina alternativa. Com todo o respeito, não há qualquer dúvida que a investigação patente nos nossos desenvolvimentos na área científica, apresentada através dos nos nossos produtos, deve salientar-se não só como outra alternativa considerando que elas respeitam na íntegra o objectivo da terapêutica.

Foi com muito agrado que ouvimos o Dr. William Haseltine, presidente do Human Genome Sciences (Projecto de Ciências do Genoma Humano) nos EUA, entre 2000 e 2004, inventar a expressão “Encontramo-nos na era da medicina regenerativa”, um termo que, nestes últimos 40 anos, embora de longe, constituiu o movimento da nossa investigação para o desenvolvimento de estudos clínicos naquela altura.

Foram necessárias muitas décadas para que os eruditos e discípulos das drogas sintéticas convencionais aceitassem o seu efeito terapêutico limitado, devido à relação dose-resposta. A terapêutica farmacológica continua a tentar corrigir doenças em termos de apenas sintomas evidentes, esquecendo que a grande maioria dessas patologias transportam sequelas microscópicas prévias, às quais nós, no Biocell Ultravital, chamamos distúrbios celulares do tipo 1, 2 e 3. Apenas como referência, apontamos o ponto de convergência da teoria científica do Dr. Linus Pauling, duas vezes laureado com o Prémio Nobel, sobre o assunto quanto se referiu a doenças moleculares, implicando que quase todas as doenças dos tecidos surgem como consequência de danos estruturais nas células.

Uma análise questionada no passado, a qual, nos dias de hoje, obtém grande validade e que levou este eminente cientista a expressar as suas ideais usando termos e linguagem fácil de compreender no seu livro, muito bem-sucedido, intitulado How to Live Longer and Feel Better (Como Viver Mais Tempo e Sentir-se Melhor). Coincidência ou não, este título corresponde à nossa descrição científica para classificar a acção terapêutica dos nossos produtos como “Tratamentos Celulares para Viver Mais Tempo e Sentir-se Melhor”, uma argumentação da nossa parte desde 1977, e que temos muito prazer em partilhar.

Biocell Ultravital celebra oportunamente as alterações positivas que estão presentemente a tomar lugar nos sectores de saúde, especialmente na área de medicina preventiva e o elevado grau de acolhimento dos novos tratamentos originais em todo o mundo, especialmente na América do Norte.

Finalmente, temos muito orgulho em incluir aqui o legado do Dr. Escardo ao relembrar a sua máxima científica;
“Há sempre e unicamente uma medicina e esta é a que produz a cura”.

Esta importante análise serve como um indicativo para informar a comunidade médica internacional da incorporação nas nossas fórmulas de produtos de novos ingredientes biológicos activos que são precursores de extractos de células estaminais embriónicas, a fim de promover o seu efeito terapêutico e o qual agora faz parte da nova gama de tratamentos da 2ª. e 3ª. geração para revitalizar, regenerar e reparar a função das células, consolidando a nova era de medicina preventiva e regenerativa.

Talvez caiba às novas gerações de cientistas que ainda estão por nascer, descobrir o gene da imortalidade. O presente é bastante prometedor, pois a energia desta maravilhosa dádiva que é a vida pode já ser preservada e prolongada apropriadamente em tempo para benefício da humanidade.

Essa é a nossa missão.
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